Ano da França no Brasil – Trilogia das cores – Azul

smarro4 As vezes, temos alguns episódios na vida que nós levam a dois caminhos continuar a viver em função das lembranças de um passado que não volta mais ou apagar todo o passado e começar uma vida nova . Você o que faria ???

 

aliberdadeeazul
A liberdade é Azul mostra exatamente as conseqüências dessas duas saídas . Vale a pena ver 🙂
A Liberdade é Azul ” é o primeiro filme de uma trilogia realizada por Kieslowski em homenagem à França, inspirada nos princípios da revolução francesa (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) e representada pelas cores da bandeira desse País: Azul, Branco e Vermelho. Os dois outros filmes que completam a trilogia são “A Igualdade é Branca” e “A Fraternidade é Vermelha”.
a liberdade azul1-vert Como o título indica, o filme exalta a liberdade, o que é feito com extrema sensibilidade e com grandes atuações do elenco. Juliette Binoche está perfeita no papel de Julie Vignon, numa das maiores interpretações de sua carreira. Do restante do elenco, destaco as atuações de Hélène Vincent e de Florence Pernel. Vale ainda a pena ressaltar a música de Zbigniew Preisner e a fotografia de Slavomir Idziak.
Sinopse
Julie Vignon é uma famosa modelo que perde seu marido, Patrice, um famoso compositor de música erudita, e a única filha, em um trágico acidente automobilístico. Quando do acidente, ele trabalhava numa partitura para um grande concerto encomendado pelo Conselho Europeu. Ela acorda em um hospital e se depara com toda a solidão que a aguarda. Sentindo-se perdida, não vê mais sentido em sua vida e tenta o suicídio, porém, sem a coragem necessária, fracassa em seu intento.
Depois desse choque inicial, ela procura Olivier, que era colega dela e de seu marido e o seduz: ‘Você sempre me quis’, diz ela. ‘Aqui, estou eu’. Agindo assim, acredita estar testando se ainda consegue sentir alguma coisa.
Em seguida, decide abandonar tudo e excluir todos os parâmetros ou amarras que a ligavam ao seu mundo anterior. Procura um novo endereço, em Paris, para viver seu anonimato. Ela quer caminhar pelas ruas, livre de sua história, de suas lembranças, de sua identidade.
Nessa liberdade, paradoxalmente reencontrada, ela conhece uma mulher que tinha sido amante do seu marido por anos, descobre que sua mãe não estava bem da cabeça e, tentando finalizar a partitura que o marido deixara inacabada, reaproxima-se das pessoas e, dando um novo impulso à sua vida, volta a ser feliz.
Críticas
fonte : 65 Anos de cinema

10 comentários sobre “Ano da França no Brasil – Trilogia das cores – Azul

  1. com toda certeza eu sofreria um bocado, ficaria preso no passado por mto mto tempo remoendo cada lembrança cada segundo, cada suspiro de prazere em seguida depois desse doce purgatorio… eu voltaria a viver e apagaria? bem apaga acho meio impossivel, mais tentaria não pensa mais nisso, voltaria a me relaciona com outras pessoas me foçaria a sair com outras pessoas até chega o dia que não teria mais que me esforça tanto para ser feliz!

  2. Eu tbem sofreriaa pra caraaaiii… Ficaria de luto depois me revoltaria… Ai sairia com minhas amigas para falar mal dessa criatura e de como fui uma garota estupida por t derramado uma preciosa lagrima ´por ele;DBjokass

  3. Juliette Binoche já vale um fime…bonita e talentosa!Amigo, sempre que meu "pangaré" colaborar, estarei por aqui.E…Vive la France por toda a sua influência humanista em nossa cultura tupiniquim!

Obrigado volte sempre :)

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